domingo, 14 de novembro de 2010

Amar e ser Amada!

Sinto meu coração cansado e faminto.
Tem um choro de violino, tão classico, tão efemero.
Aclama por aqueles dias quentes à beira mar.
Sento me na janela do quarto, grossas gotas de chuva embatem contra o vidro, desfocando a vida lá fora.
Ela continua parecendo nao se aperceber do inverno cinzento, deste choro estridente que faz vibrar todas as particulas do meu ser.
Bebo o conteudo de uma garrafa de rotulo popular de um so trago, deixo que a embriaguez tolde meus sentidos.
Liberto o fumo intenso que alojo em meus pulmões! Liberto me das correias invisiveis que prendem os meus pulsos, sou submissa de mim própria.
Quero de novo o doce sabor a verão na minha boca. Sentir o seu toque quente em minha pele.

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