Em loucuras de variados momentos revemos presentes incertos e ausentes de manifestações de realidades distintas.
Falta-nos a objectividade que a embriagues impede, de prosseguir com a verdade.
Somos humanos, falhamos pela nossa humanidade.
Esquece mo-nos dos erros que não podemos cometer.
A vulnerabilidade da nossa constituição torna-se um defeito de inevitável contornação.
Na presença de maiores atinge nos um raio de estupidez que não nos permite ser nós próprios.
Desaprendemos a boa educação e fluência de discurso, a gaguez e timidez apodera-se com uma imprecetividade desapercebida.
Como eu gostava de alterar estes dogmas intrínsecos do nosso ser.
Poder ser eu e nada mais, com os meus defeitos e virtudes, sem constrangimento.
Apenas Eu.
domingo, 14 de novembro de 2010
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