Penso, sem o querer, nesses sentimentos que já nem sei se possuo
Sinto me maltratada pelo amor. Sem vontade de me subjugar de novo ao seu tormento e há sua alegria...
Solidão que em mim é intrinseca sai do meu ser!
Deixa me novamente abrir minha asas, sair de novo deste casulo de fios de aço em que eu propria me fechei.
Quero sentir essa doce brisa apoderar-se de mim e tomar-me como sua...
Quero viver a vida em toda a sua plenitude sem amarras ou medos...
Quero voltar ao Ser apaixonado e apaixonante que outrora fui...
Ser a Borboleta que esvoaça na boca do estomago e nos leva há loucura.

Sem comentários:
Enviar um comentário